
Essa é a revista que escrevo. Esse é o seu Pedro, um simpático barbeiro e contador de histórias que eu entrevistei para a matéria Eternamente a seu dispor, sobre profissões antigas que ainda resistem. Eu disse que um dia escreveria sobre um assalto que sofri e que desencadeou muitas coisas boas na minha vida. Chegou a hora.
Se não tivesse recebido o telefonema da Glaucinha me animando, não teria ido à aula de gafieira aquela noite e não teria sido assaltada.
Se não tivesse sido assaltada, não teria pensando em colocar insufilme no meu carro, não teria me lembrando que ouvi uma amiga dizer, há muito tempo, que jornalista tinha direito ao insulfime pretão, que é proibido, não teria entrado na página do sindicado dos jornalistas para confirmar.
Se não tivesse entrado na página do sindicado, não teria visto que a revista CB havia sido lançada, não teria enviado um e-mail, não teria recebido ligação do Paulo meia hora depois perguntando se poderia fazer uma matéria e não estaria frilando para essa revista que eu adoro.
PS: Só pra constar, jornalista não tem direito ao insulfime pretão. A lei é igual para todos.
2 comentários:
que legal eliiissss madrugada
Olá, sou o Paulo...estive aqui e adorei sua historinha... ...Se tudo isso não tivesse acontecido, eu não teria a felicidade de conhecê-las e contar com o seu talento em minha revista... eu é quem fui premiado...bjs
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