Brilha descaradamente o sol nessa manhã de inverno. Dá para sentir pela janela do quarto. É Claridade sem fervor. Não arde o corpo. Nem a alma. Nem mesmo o sorriso esboçado de uma lembrança boa, que se perde na fome do meio dia e os 28 minutos de uma espera sem fim.
18 setembro 2011
Completamente vazia de emoções e sentimentos, com exceção do desespero que me acompanha; ora me consolando, ora me envenenando.
Tá mais fácil conviver com os outros do que comigo mesma. Alguém sabe como se tira férias de si?